quinta-feira, 22 de março de 2012

Polícia Federal do Paraná prende Silvio Koerich site o Predador

22/03/2012 às 09:01:40

Polícia Federal prende incitadores de crimes de ódio na internet

A PF em Curitiba realiza nesta quinta-feira (22), a fase ostensiva da sua "Operação Intolerância" - por meio da qual identificou os responsáveis pelas postagens criminosas encontradas no site silviokoerich.org  - , para o cumprimento dos mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça Federal contra Emerson Eduardo Rodrigues e Marcelo Valle Silveira Mello, moradores de Curitiba e Brasília, respectivamente.
As investigações, conduzidas pelo Núcleo de Repressão aos Crimes Cibernéticos, uma Unidade Especializada da PF, permitiram a cabal identificação dos criminosos, que há meses vinham postando mensagens de apologia de crimes graves e da violência, sobretudo contra mulheres, negros, homossexuais,  nordestinos e judeus, além da incitação do abuso sexual de menores.
Também, nesta manhã, a PF dará cumprimento aos mandados de busca e apreensão expedidos pela JF, para examinar residências e locais de trabalho dos criminosos em busca de elementos materiais da responsabilidade criminal, já amplamente demonstrada ao longo da investigação e que, preliminarmente, permitiu identificar o cometimento dos crimes de incitação/indução à discriminação ou preconceito de raça, por meio de recursos de comunicação social (Lei 7716/89); incitação à prática de crime (art. 286 do Código Penal) e publicação de fotografia com cena pornográfica envolvendo criança ou adolescente (Lei 8069/90-ECA).
Consta da decisão judicial que decretou a prisão preventiva dos criminosos que "Elementos concretos colhidos na investigação demonstram que a manutenção dos investigados em liberdade é atentatória à ordem pública. A conduta atribuída aos investigados é grave, na medida em que estimula o ódio à minorias e à violência a grupos minoritários, através de meios de comunicação facilmente acessíveis a toda a comunidade. Ressalto que o conteúdo das ideias difundidas no site é extremamente violento. Não se trata de manifestação de desapreço ou de desprezo a determinadas categorias de pessoas (o que já não seria aceitável), mas de pregar a tortura e o extermínio de tais grupos, de forma cruel, o que se afigura absolutamente inaceitável."
Dentre os conteúdos publicados pelos criminosos e localizados pela PF, havia referência ao apoio prestado pelos criminosos ao atirador Wellington, que em 2011 atacou a tiros uma escola em Realengo, no Rio de Janeiro, matando diversas crianças, bem como à suposta incapacidade da Polícia Federal em o localizar e deter.

O nome "Sílvio Koerich" foi apropriado indevidamente pelo investigado Emerson Eduardo Rodrigues, que havia sido expulso de um fórum de debates feminista, representando assim uma represália àquela pessoa, que inicialmente rejeitou, num ambiente virtual, as declarações preconceituosas, homofóbicas e intolerantes do ora investigado preso.
O nome da Operação da PF, Intolerância, mais do que indicar a atuação criminosa dos presos, significa a intolerância da sociedade brasileira para com tais condutas, sempre pronta e vigorosamente reprimidas pela PF.
Haverá entrevista coletiva para a imprensa no "Auditório APF Edson Matsunaga", na sede da PF em Curitiba (Rua Profa. Sandália Monzon nº 210, bairro Santa Cândida, CEP 82640-040), às 10h, quando serão entregues DVD's com cópia de parte do material encontrado durante as investigações e que levaram ao decreto judicial de prisão preventiva para a manutenção da ordem pública.
Será disponibilizado ainda pequeno vídeo da ação policial, para o que os interessados deverão portar pen-drive.

Fonte : Paranaonline

sábado, 28 de janeiro de 2012

LIGA BRASILEIRA DE LÉSBICAS DO PARANÁ SAÚDA O TRANSGRUPO MARCELA PRADO PELAS AÇÕES PELO DIA DA VISIBILIDADE TRANS

A Liga Brasileira de Lésbicas do Paraná parabeniza o Transgrupo Marcela Prado pelas ações referentes ao Dia da Visibilidade de Travestis e Transexuais.
De acordo com o blog do Transgrupo:                                                                                                         
A data oficial da comemoração é o dia 29 de janeiro, mas como será em um domingo, o Transgrupo Marcela Prado antecipou a comemoração para atingir o maior número de pessoas possíveis. Assim o evento aconteceu no dia 27 de janeiro (sexta-feira),  houve uma tenda na Praça Rui Barbosa que  foi um espaço para atos performáticos, disponibilização de material informativo sobre identidade de gênero, travestilidade e transexualidade, também apresentau a exposição fotográfica da campanha Mães pela Igualdade. O dia também foi marcado pela promoção da visibilidade, reivindicação de segurança e direitos de igualdade.                                                                                                                                                  

Parabéns Carla Amaral, Bárbara Bueno, Sabrina Mab, Josi, Rafa, Andréa e a todas/os as/os envolvidas/os nas ações, pelo compromisso político competente e sério com as causas e com a população trans!!!!!                                                                                                                                    

Liga Brasileira de Lésbicas do Paraná do Rio Grande do Sul e da Bahia presentes no evento que comemora a Visibilidade Trans no Fórum Social Mundial








Na noite do dia 27 de janeiro aconteceu em Porto Alegre, na programação do  Fórum Social Mundial um evento que marcou o dia da visisbilidade de travestis e transexuais, promovido pelo Grupo Igualdade, em parceria com a Antra.
A Liga Brasileira de Lésbicas além de estar prestigiando todas as pessoas trans neste evento, ainda, teve participação no corpo de juradas/os representada pela companheira Dayana Brunetto (LBL-PR).
Dayana Brunetto, professora e Coordenadora da Educação das Relações de Gênero e Diversidade Sexual da Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED/PR), avalia ser de grande importância eventos como esse que trazem momentos de glamour para a vida dessas pessoas tão guerreiras e, o destaque aos processos de fabricação dos corpos trans.
É preciso lembrar, entretanto, que todos os dias devem ser dia de visibilidade, reconhecimento, respeito e valorização de travestis e transexuais, assim como de lésbicas, gays e bissexuais. Se ainda não acontece dessa forma na nossa sociedade, devemos nos empenhar cada vez mais para que essa seja uma realidade em todos os espaços: nas escolas, nas unidades de saúde, nos espaços de cultura, de trabalho e emprego e no âmbito da segurança pública, dentre outros. 
A busca constante por políticas públicas específicas que garantam os direitos dessas/es sujeitas/os e as/os valorizem positivamente deve fundamentar a proposição de eventos como esse. 

Liga Brasileira de Lésbicas do Paraná e Secretaria de Estado da Educação do Paraná participam de oficina de educação no Fórum Social Mundial





Educação e enfrentamento ao machismo, sexismo, racismo e lesbo/trans/homofobia.
Esse foi o tema da oficina que teve como debatedores, Dayana Brunetto(SEED-PR/LBL-PR), Rogério Junqueira(INEP), Silvana Conti(LBL-RS) e Estella Maris(UNEGRO). O debate esteve sob a coordenação da Articuladora Nacional da LBL Léo Ribas.
A oficina tratou da homofobia na escola, linguagem inclusiva, da educação saindo do armário, e das políticas públicas educacionais do Estado do Paraná.

domingo, 25 de setembro de 2011

Piauí é 4º estado brasileiro em ranking de denúncias homofóbicas

Segundo balanço parcial realizado pelo Disque 100, o Estado fica atrás apenas de SP, MG e BA.

O Piauí aparece em quarto lugar no ranking nacional de denúncias de natureza discriminatória contra homossexuais. A informação é do balanço parcial do Disque 100 - serviço disponibilizado para a população brasileira relatar a violação de direitos sofridos por LGBT, idosos, pessoas com deficiência, crianças e adolescentes.




De acordo com os dados apresentados pelo coordenador do Disque 100, Pedro Ferreira, São Paulo é o estado brasileiro líder em denúncias homofóbicas com 134 ocorrências, seguido por Minas Gerais e Bahia com 71 e 70 denúncias, respectivamente; e o Piauí com 59 registros.

Para Pedro Ferreira, os números de homofobia piauienses surpreendem quando comparados com as ocorrências de violação de direitos contra idosos, pessoas com deficiência, crianças e adolescentes. “No quadro de denúncias de violência contra os outros grupos atendidos pelo serviço, o Piauí é um dos ‘lanterninhas’; mas chama a atenção o fato do estado ser o quarto do Brasil em denúncias de violências contra LGBT", pontua o coordenador do Disque 100.

Segundo Marinalva Santana, militante do Grupo Matizes e articuladora da Liga Brasileira de Lésbicas no Piauí, a realidade do estado vem sendo modificada aos poucos, principalmente pela forte atuação local do movimento LGBT e pelo espaço democrático concedido pela mídia.

“Casos homofóbicos sempre existiram no Piauí, no entanto, os números revelados pelo Governo Federal refletem o encorajamento da população composta por lésbicas, gays, travestis, transexuais e transgêneros em denunciar estes casos que antes ficavam resguardados”, diz Marinalva Santana.

Os dados registrados pelo Disque 100 foram divulgados nessa sexta-feira (23) durante a reunião do Conselho Nacional LGBT, em Brasília. Os estados do Amapá, Rondônia e Roraima não apresentaram nenhum registro.

http://www.cidadeverde.com/piaui-e-4-estado-brasileiro-em-ranking-de-denuncias-homofobicas-84642

São Paulo lidera denúncias de agressão contra gays, destaca O Estado de S. Paulo





Dados do Disque 100 revelam que, em 39,2% das ocorrências, vítimas são agredidas por desconhecidos
24/09/2011 - 12h00


Desconhecidos e vizinhos são os que mais praticam violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), dentre os casos denunciados ao Disque 100, o Disque Direitos Humanos. A central de atendimento do governo federal foi criada para registrar abusos contra crianças e adolescentes, mas, desde o início do ano, expandiu o serviço para outros grupos, como a população LGBT.

Levantamento da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) - ao qual o Estado teve acesso e que será divulgado na segunda-feira - aponta que, em 39,2% dos episódios de violação relatados contra a população LGBT, o agressor foi um desconhecido; em 22,9%, vizinhos; e em 10,1%, os próprios amigos.

De janeiro a julho, o Disque 100 recebeu 630 denúncias contra a população LGBT. As vítimas concentram-se na faixa etária de 19 a 24 anos (43%). Os casos mais comuns são de violência psicológica (44,38%), como ameaça, hostilização e humilhação, e de discriminação (30,55%). Das vítimas, 83,6% são homossexuais, 10,1%, bissexuais e 4,2%, heterossexuais confundidos como gays.

No recorte feito por Estado, São Paulo (18,41%), Bahia (10%), Piauí (8,73%) e Minas Gerais (8,57%) lideram as denúncias - o Estado do Rio aparece com apenas 6,03% - por já contar com um serviço semelhante oferecido pelo governo estadual.

"Isso mostra que a violência de caráter homofóbico tem um forte componente cultural, é a mais difícil de ser enfrentada porque é justamente a que não fica comprovada por marcas no corpo", disse a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário.

Do total de denúncias recebidas pelo Disque 100, as que dizem respeito à população LGBT não ultrapassam 1%. "Esses números não refletem a realidade do Brasil, que é ainda pior", diz Maria do Rosário. Para o ouvidor Domingos da Silveira, da SDH, os dados são reveladores. "Mostram a capilaridade da homofobia. Ela se tornou banal."

http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17779

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Transmissão da 5ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional LGBT




Assista no site http://www.aids.gov.br/mediacenter/ a transmissão da
5ª Reunião Ordinária do CONSELHO NACIONAL LGBT.
 

 

Comissão Organizadora Nacional da 2ª Conferência Nacional LGBT

Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Combate a Discriminação - LGBT

Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República